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Reflexões sobre educação,  leitura,  escrita,  formação de leitores e o uso das tecnologias:

 

(...) o inacabamento do ser humano ou sua inconclusão é próprio da experiência vital.

Paulo Freire, em: Pedagogia da Autonomia

 

O ser humano é, naturalmente, um ser da intervenção no mundo à razão de que faz a História.

Nela, por isso mesmo, deve deixar suas marcas de sujeito e não pegadas de puro objeto.

Paulo Freire, em: Pedagogia da indignação.

 

Na verdade, o domínio sobre os signos linguísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza,

pressupõe uma experiência social que o precede – a da “leitura do mundo”.

Paulo Freire, em: Cartas à Guiné-BissauCapa do livro A aventura do livro: do navegador ao leitor

 

O texto vive uma pluralidade de existências. A eletrônica é

apenas uma dentre elas.

Roger Cartier, em  A aventura do livro: do leitor ao navegador -

São Paulo: UNESP, 1999, p.152.

 

A relação da instituição escolar com as tecnologias emergentes

tem sido sempre problemática. Recordemos, para não ir muito

longe, as desconfianças e debates que em seu momento produziram

 as canetas, instrumentos que faziam obsoletos  os tinteiros das mesas

escolares que, segundo se dizia então, iriam “arruinar a letra” dos

escolares. Batalha perdida de antemão: a caneta tinha virtudes inegáveis

 sobre a pena metálica e acabou por impor-se,(...).

Emília Ferreiro, em: Nuevas tecnologías y escritura (2006) Revista Docencia

del Colegio de Profesores de Chile, año XI, nº 30, pp.46-53, diciembre 2006.

 

Como conseguirão ser leitores e escritores autônomos? Lendo e escrevendo, no melhor nível

possível em cada etapa do desenvolvimento, e com a ajuda de outros leitores inteligentes, que

consigam  valorizar os esforços dos principiantes  e que lhes apresentem desafios adequados

para suas possibilidades. Esses  leitores inteligentes podem ser, devem ser, esperamos que sejam,

em primeiro lugar os professores, mas  também todos aqueles que como nós, de uma maneira ou

de outra, estão comprometidos com a formação  dos cidadãos da cultura escrita exigidos pelos

tempos atuais.Tempos em que não basta decifrar. Tempo de navegadores da internet, que devem

selecionar  informação, decidir rapidamente o que é conveniente ler e o que convém descartar,que

devem julgar criticamente sobre a qualidade da oferta, e que também devem conseguir “dizer por

escrito” sua própria palavra.

Emília Ferreiro, em: Acerca de las no previstas pero lamentables consecuencias de pensar solo en

la lectura y olvidar la escritura cuando se pretende formar al lector. méxico: Conaculta, 2002.

p. 31-37. (Série de Cuadernos lecturas sobre lecturas).

Disponível em: http://www.vila.com.br/html/outros/2010/30_anos/pdf_30/30_textos/14_Emilia.pdf

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