EducaPX SitePX AWS Contraste Aumentar/Diminuir a fonte

Amizade

 

Amigo é aquela criatura que escuta todas as nossas coisas

sem aquela cara que parece estar dizendo: - E eu com isso?

Mário Quintana /  Para viver com poesia: seleção e organização

Márcio Vassallo - São Paulo: Globo, 2008, p.85.

 

Amizade

Quando o silêncio a dois não se torna incômodo.

Mário Quintana / Para viver com poesia: seleção e organização

Márcio Vassallo - São Paulo: Globo, 2008, p. 85.

 

Amigo

Roseana Murray

 

que um amigo se reconheça

sempre

na face de outro amigo

e nesse espelho descanse

seus olhos

e derrame sua alma

como a crina de um cavalo

levemente pousada no vento

Extraído do livro Poesia essencial/ Roseana Murray - Rio deJaneiro: Manati, 2002, p.72

 

Amigo

Roseana Murray

 

No rumo certo do vento,

amigo é nau de se chegar

em lugar azul.

Amigo é esquina

onde o tempo para

e a Terra não gira,

antes paira,

em doçura contínua.

Oceano tramando sal,

mel inventando fruta,

amigo é estrela sempre

no rumo certo do vento,

com todas as metáforas,

luzes, imagens

que sua condição de estrela contém.

Roseana Murray, em: Poemas de Céu, ed. Paulinas

Disponível em: http://www.roseanamurray.com/poemas.asp

 

 (...), se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único

no mundo. E eu serei para ti  única no mundo...

(...) A gente só conhece bem as coisas que cativou  (...) Os homens não têm mais

tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto nas lojas. Mas como não

existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo,

cativa-me!

(...) É preciso ser paciente  (...) Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim,

na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte

de mal entendidos. Mas a cada dia, te sentarás  um pouco mais perto...

(...)

Antoine de Saint-Exupéry /O Pequeno Príncipe, 48ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2006, pp. 68-69.

 

Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração.  O essencial é invisível

aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. (...).

Antoine de Saint-Exupéry /O Pequeno Príncipe, 48ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2006, p. 72.

voltar ao topo

left fsN normalcase center tsN fwB show|left fwR tsN hide|left fwR tsN center hide|bnull|||login news c05|fsN normalcase c05 tsN fwB bsd b10|b01 c05 bsd|login news fwR normalcase c05|tsN fwR c05 normalcase bsd b10|normalcase fwR c05|content-inner||